Interessante e muito importante!

 Intercâmbio África - Brasil - Peru

Acesse: http://maputo.nte.zip.net e http://blognte.zip.net

Veja o Projeto: http://geocities.yahoo.com.br/afrobrasilanapolis

 Responda a pergunta: O quê você também pode fazer para ajudar?

 

Projetos - ÁFRICA

Projeto Global para Adolescentes: www.schoolnetafrica.net

Pesquisa de ICTs para Educação em África: www.schoolnetafrica.net

 

REFLEXÃO
 
4Nossa educação é o que resta quando a gente se esquece daquilo que nos foi ensinado”   Michael Hammer
ESTATÍSTICAS

A Economia Brasileira

 Sabia que... metade do comércio internacional é realizado, hoje, no âmbito de acordos preferenciais? Os três grandes blocos regionais - na Europa, na América e na Ásia - estão se consolidando, com pequena participação do Brasil que se limitou ao Mercosul, de modestas dimensões para o potencial de exportações do país. A importância relativa da África do Sul no conjunto dos países em desenvolvimento foi a motivação deste estudo, destinado a descrever e analisar as características básicas dos setores exportador e importador daquele país, comparando-as com as do Brasil. Tal comparação visa identificar prováveis complementaridades e desafios que possam subsidiar a estratégia de aproximação comercial em curso. Concluiu-se que o Brasil tem mais a ceder em termos de redução de alíquotas de imposto de importação, e a África do Sul em abrangência dos itens envolvidos na negociação; apesar de se identificar certa possibilidade de complementaridade entre os dois países, recomenda-se que o acordo abranja o maior número possível de produtos; os esforços privados dos empresários brasileiros devem se concentrar na província de Gauteng, e em KwaZulu-Natal, que respondem pela maior parte da produção exportada assim como das empresas exportadoras - já os exportadores brasileiros de bens de consumo devem dar especial atenção às províncias de Gauteng, Western Cape e Mpumalanga; para não dispersar esforços, mais eficaz se os empresários brasileiros fizerem seus contactos comerciais através de entidades que congreguem as empresas sul-africanas.

AIDS
        Sub-Saharan Africa

Sub-Saharan Africa has just over 10% of the world’s population, but is home to more than 60% of all people living with HIV—25.8 million.

In 2005, an estimated 3.2 million people in the region became newly infected, while 2.4 million adults and children died of AIDS.

 

Curiosidades

 

 A África é o terceiro maior continente da Terra, depois da Ásia e América, e o segundo em população.

 O Peru é um país da América do Sul, limitado a norte pelo Equador e pela Colômbia, a leste pelo Brasil, pela Bolívia e pelo Chile e a sul e oeste pelo Oceano Pacífico. Capital: Lima.

 A grafia correcta em português é Peru. É frequente depararmo-nos com a designação Perú, que na língua portuguesa é um castelhanismo errado e desnecessário. Em português, as palavras terminadas em -u precedido de consoante, tais como Iguaçu ou peru não carecem de acento gráfico.

TÁBUA DE VIDA

Mais de 50 milhões vivem em situação de pobreza no País.

 

Investimentos na educação geram muitos benefícios



Os investimentos na educação, diz o relatório mundial, geram importantes benefícios, sobretudo os destinados às mulheres, que se revelam particularmente eficientes em termos de custos, na medida em que os benefícios são transmitidos aos filhos.



Embora o acesso geral ao ensino básico tenha aumentado no mundo todo, na última década, estudo recente sobre 35 países da África revelou que metade dos jovens de 15 a 19 anos nunca completava o primeiro ano de estudo. No sul da Ásia, na África Ocidental e na África Central, uma minoria nunca se matriculou na escola. Na América Latina, ao contrário, quase todas as crianças completam o primeiro ano de ensino, mas as taxas de abandono escolar posteriores são elevadas.



No Brasil, 92% dos jovens de 15 a 19 anos das famílias mais pobres terminam o primeiro ano, diz o relatório mundial, mas apenas metade completa o quinto ano.

 

http://www.saneamentobasico.com.br/editor/Default.asp?Id_editor=26

 

 

A qualidade de vida vem melhorando no Brasil nos últimos dez anos, mas as desigualdades sociais se acentuam ao invés de decrescer.

O IDH é um índice internacional criado em 1990 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O indicador classifica os países em função de seus níveis nacionais de pobreza, analfabetismo, desemprego e expectativa de vida. Os especialistas do PNUD explicam que a maneira como esse índice mostra a situação nos países industrializados é mais precisa que o tradicional Índice de Desenvolvimento Humano, que mede os países apenas por renda per capita, educação e expectativa de vida.

                                           Educação

Apesar da melhora, o resultado brasileiro ainda é considerado péssimo. O país está atrás da Colômbia, Malásia, Bielorússia e apenas uma posição à frente da Bósnia Herzegovina, que acaba de passar por uma guerra. Além disso, o melhor desempenho do IDH não reduziu a desigualdade. O Brasil é apontado pela ONU como parâmetro de iniqüidade ao lado da China, Índia e México, todos citados como economias em crescimento que deixam à margem regiões de intensa pobreza.

http://www.educacional.com.br/noticiacomentada/030710_not01.asp

 

 

Brasil: pobreza e desigualdade

Dentre os países em desenvolvimento, o Brasil ocupa o 9º lugar em renda per capita. Mas cai para o 25º lugar quando se fala em proporção de pobres. Isso coloca o Brasil entre os países de alta renda e alta pobreza. Ao mesmo tempo em que está entre os 10% mais ricos, integra a metade mais pobre dos países em desenvolvimento.

30 crianças morrem a cada 1 mil nascidas no Brasil. A média brasileira é maior que a da América Latina e Caribe, cujo índice é de 27 mortes para cada mil nascimentos. Na década de 70, de cada mil crianças nascidas no Brasil, 95 acabavam morrendo, nove a mais que a média verificada no mesmo período na América Latina e Caribe. O levantamento divulgado hoje mostra que a taxa de mortalidade infantil brasileira supera a do Chile (10 mortes para cada mil nascidos), e a da Argentina (16 mortes no grupo de mil crianças). Mas os índices brasileiros são pouco melhores que os da China, por exemplo, país em que, de cada mil nascimentos, 31 crianças acabam morrendo.

                         

Veja um pouco mais visitando o site: http://www.care.org.br/?care_pobreza

UMA OLHADINHA NO PERU...

DA AMAZÔNIA AO PACÍFICO

Três mil quilômetros separam Rio Branco, capital do Acre, de Lima, capital do Peru. Essa distância foi vencida de carro por dois aventureiros que cruzaram a floresta amazônica e a cordilheira dos Andes para atingir o lado oriental da América do Sul:

Romerito Aquino (textos) e Raimundo Paccó (fotos)

Para viver um pouquinho desta aventura, leia a reportagem completa publicada no “Correio Braziliense”, caderno de TURISMO/ 26 de janeiro de 2000 no site:

http://www.embperu.org.br/DA%20AMAZ%20AO%20PACIF%20CON%20FOTOS.htm

 

 VEJA COMO O MAPA DA ÁFRICA SE PARECE COM O MAPA DO BRASIL

As condições de vida dos negros no Brasil

Edison Barbieri

O termo exclusão é o que mais fielmente traduz a condição em que se encontra o povo negro no Brasil e no mundo. Nos últimos anos, experimentou-se, em escala mundial, uma brutal concentração de renda e de poder. As elites põem em prática projetos conservadores, que recolocam o racismo na ordem do dia - quer seja através da rearticulação e do avanço da direita nos países europeus, quer através do desmonte de políticas sociais antes destinadas aos segmentos marginalizados da população.
Na África morreram, no ano passado, cerca de meio milhão de pessoas por doenças pulmonares, além das mortes provocadas pela fome, guerra e epidemias. No Brasil, é a parcela negra da população a mais duramente atingida pelo desmonte das políticas sociais e de saúde, pelos sistemas de controle populacional, pelo desemprego crônico, pela fome e a violência do latifúndio, do aparato policial e dos grupos de extermínio. É negra a maioria de crianças que vivem nas ruas e de jovens assassinados nos centros urbanos.

Veja mais no site abaixo:

http://www.pime.org.br/pimenet/mundoemissao/justicascond.htm

 PRODUTOS AFRICANOS UTILIZADOS NO BRASIL

Estado e burguesia portugueses estavam interessados na África e na Ásia, porque os lucros eram imediatos com o comércio das especiarias asiáticas e dos produtos africanos, como o ouro, o marfim além do escravo negro.

CONHECIMENTOS AFRICANOS APLICADOS AO BRASIL

O Brasil importava da África não somente o animal de tração que fecundou os canaviais, mas também técnicos para as minas, donas de casa para os colonos, criadores de gado e comerciantes de panos e colheita de cafésabão.Os negros vindos das áreas de cultura africana mais adiantada eram um elemento ativo, criador e pode-se dizer nobre na colonização do Brasil, degradados apenas pela condição de escravos. O negro escravo e a cana-de-açúcar fundamentavam a colonização aristocrática e a estrutura básica do mundo dos coronéis se repetiria nos ciclos do ouro e do café, em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo, com o mesmo fundamento: a ocupação da terra.

 INTERCÂMBIO ÁFRICA - BRASIL

" Todo brasileiro traz na alma e no corpo a sombra do indígena ou do negro."

Mestre Gilberto Freyre... Escritor pernambucano

"Eu venho procurando redescobrir o Brasil. Eu sou rival de Pedro Álvares Cabral. Pedro Álvares Cabral, a caminho das Índias, desviou-se dessa rota, parece já baseado em estudos portugueses, e identificou uma terra que ficou sendo conhecida como Brasil. Mas essa terra não foi imediatamente auto-conhecida. Vinham sendo acumulados estudos sobre ela... mas faltava um estudo convergente, que além de ser histórico, geográfico, geológico, fosse... um estudo social, psicológico, uma interpretação. Creio que a primeira grande tentativa nesse sentido representou um serviço de minha parte ao Brasil."

Gilberto Freyre foi buscar nos diários dos senhores de engenho e na vida pessoal de seus próprios antepassados a história do homem brasileiro. As plantações de cana em Pernambuco eram o cenário das relações íntimas e do cruzamento das três raças: índios, africanos e portugueses.

Gilberto Freyre procurava escrever sobre o ser brasileiro. Pressões políticas e familiares o levaram, entre 1930 e 1932, a viver o que chamou de "a aventura do exílio". Partiu para a Bahia e pesquisou as coleções do Museu Afro-Brasileiro Nina Rodrigues e a arte das negras quituteiras na decoração de bolos e tabuleiros. Observou que a culinária baiana era neta da velha cozinha das casas-grandes.

Depois da Bahia partiu para a África e Portugal. Iniciou em Lisboa as pesquisas e estudos que sedimentariam o livro Casa-Grande & Senzala. De Portugal foi, como professor visitante, para a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, onde viajou pelo Sul e pôde constatar a existência, durante a colonização americana, do mesmo tipo de regime patriarcal encontrado no nordeste brasileiro.

Para descobrir um pouco mais sobre esta obra literária visite o site: http://www.tvcultura.com.br/aloescola/estudosbrasileiros/casagrande/

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